
Jailson Freire
O relógio começa a contar no dia em que inspiramos pela primeira vez. A partir deste momento, é que começa ser contada a nossa saga. Uma história inteira começa a ser contada. O final, já foi escrito e só um pode conhecer: o autor de toda existência.
O que se espera para os próximos minutos é sempre o próximo capítulo. A história precisa ser contada até o fim, mas para que cheguemos ao fim, muita coisa precisa acontecer durante a história que se iniciou com um divino inspiro.
Uma estrada nem sempre pavimentada e isenta de buracos, é o que encontramos, ao contrário, muitas curvas perigosas e estradas de chão empoeirado, é o que quase sempre temos que enfrentar.
De tudo o que passamos para chegar ao fim da saga de nossa existência, somos obrigados a participar do jogo da vida e isso é algo estimulante para alguns, quanto deprimente para outros.
O jogo da vida é cruel e frio. Vence o que melhor estudou o inimigo. Vence quem melhor dedicou-se ao conhecimento das armadilhas forjadas. Vence quem caminhar sob a luz. Vence aquele que não se abateu no primeiro golpe do inimigo. Vence quem não se deixou levar pelas palavras de desânimo do que desistiu no meio do caminho e que cochilam enquanto o filme de sua própria existência se desenrola sem que este se dê conta.
E você? O que pretende fazer diante deste obstáculo que apareceu no desenrolar do jogo de sua existência? Sim eu sei... É como uma muralha, mas e daí? Vai voltar do meio do caminho? Acha mesmo possível voltar à nave de proteção que viajou por nove meses?
O relógio começa a contar no dia em que inspiramos pela primeira vez. A partir deste momento, é que começa ser contada a nossa saga. Uma história inteira começa a ser contada. O final, já foi escrito e só um pode conhecer: o autor de toda existência.
O que se espera para os próximos minutos é sempre o próximo capítulo. A história precisa ser contada até o fim, mas para que cheguemos ao fim, muita coisa precisa acontecer durante a história que se iniciou com um divino inspiro.
Uma estrada nem sempre pavimentada e isenta de buracos, é o que encontramos, ao contrário, muitas curvas perigosas e estradas de chão empoeirado, é o que quase sempre temos que enfrentar.
De tudo o que passamos para chegar ao fim da saga de nossa existência, somos obrigados a participar do jogo da vida e isso é algo estimulante para alguns, quanto deprimente para outros.
O jogo da vida é cruel e frio. Vence o que melhor estudou o inimigo. Vence quem melhor dedicou-se ao conhecimento das armadilhas forjadas. Vence quem caminhar sob a luz. Vence aquele que não se abateu no primeiro golpe do inimigo. Vence quem não se deixou levar pelas palavras de desânimo do que desistiu no meio do caminho e que cochilam enquanto o filme de sua própria existência se desenrola sem que este se dê conta.
E você? O que pretende fazer diante deste obstáculo que apareceu no desenrolar do jogo de sua existência? Sim eu sei... É como uma muralha, mas e daí? Vai voltar do meio do caminho? Acha mesmo possível voltar à nave de proteção que viajou por nove meses?
Isso já aconteceu antes: Uma cidade almejada e cercada por uma imensa muralha. Um líder bem orientado. Um povo cheio de expectativas. E paciência para rodear os muros por sete longos e cansativos dias sob um sol escaldante e um frio congelante.
Um ato de obediência e fé e uma dedicação exclusiva ao objetivo; uma muralha enorme em poucos segundos é transformada num monte de escombros e pó.
Tomar posse da cidade agora, uma realidade alcançada. Esse é o jogo da vida.
Sendo assim, jogue o jogo, mas jogue até o final.
Josué 6 - Hebreus 11 : 30
As mais singelas palavras quase sempre falam muito mais!!!
ResponderExcluirobrigada, pai!!!
As palavras mais singelas quase sempre falam mto mais!!!
ResponderExcluirobrigada, pai!!!
Graças a Deus que sempre cairão as muralhas de Jericó, os golias sempre serão derrotados, o mar sempre se abrirá,porque Deus continua zombando dos inimigos do Seu povo!!!
ResponderExcluirAbraços.
aba, Pai.
ResponderExcluirSeja a paz de Cristo o árbitro em vossos corações.