
Jailson Freire
A caminhada é sempre tão dura que custamos a acreditar que não se trata de uma simples jornada; é uma árdua batalha diária.
Durante a caminhada, podemos passar por vários caminhos à beira de precipícios pedregosos. Não será novidade deparamos com feras sedentas por nosso sangue e alma. Somos presas prontas para sermos devorados não fosse o auxílio enviado.
Constantemente adulados para que mudemos a direção; não poucas as vezes desviamos a rota para a cidade da da perdição. Não muito depois, queremos justificar o cansaço que podia ser aliviado no refrigério do Príncipe da paz.
Cantamos vitória antes do tempo só porque recebemos alguns momentos de contentamento. Achamos que chegamos à cidade só porque uma tempestade fora desviada para outra cidade.
Teimamos em seguir o mapa que traçamos num momento de delírio egocêntrico, para depois ter que voltar com o coração pesado e cheio de lamento ao caminho indicado pelo Mestre no início da caminhada.
Achamos melhor caminhar pela calçada, quando a orientação nos mandava seguir pela estrada ainda que muito esburacada.
Mesmo depois de tudo, Ele sempre esteve conosco. Mesmo depois de tudo Ele nos livrou de muitos desgostos... Até que cheguemos à Cidade da Paz; a cidade do “Eu Nunca Vou Morrer”.
Levate! Venha! Vamos continuar a jornada.
"Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono." (Apocalipse 3 : 21)






























