
Jailson Freire
texto postado em 29.01.2007
Nem sempre a bola fica o tempo todo em jogo.
Nem sempre o gol que parece claro e certo, altera o placar.
Nem sempre o juiz dá a vantagem para o time que se acha merecedor da vantagem.
Nem sempre a torcida vibra com aquele lance maneiro e sensacional, pelo menos pra você.
Nem sempre a bola fica cheia, mas a infeliz murcha exatamente no primeiro chute.
Nem sempre o ângulo é o mais legal para aquela jogada que foi ensaiada umas cinco mil, quinhentos e noventa e nove vezes.
Nem sempre o campeonato chega ao fim para alguns que ao sentir uma forte dor no peito se vê obrigado a pendurar a chuteira e “abotoar o paletó”.
Nem sempre os músculos do atleta lhes obedecem, ao contrário, derruba o atleta ao chão sem dó nem piedade.
Nem sempre o clima ajuda aos que estão em campo, pois hora chove, hora faz sol e calor.
Nem sempre a senhora mãe do juiz é elogiada por ter colocado no mundo o dito cujo.
Nem sempre a partida começa na hora programada, devido a algum problema operacional ou intestinal do juiz.
Nem sempre se joga como titular, pois outro se saiu melhor no treino (fazer o que?).
Nem sempre a grama não está escorregadia no dia da decisão do campeonato.
Nem sempre o cachê foi suficiente pra tirar a família do sufoco e daquele barraco que só está em pé por um milagre.
Nem sempre dá pra defender aquela bolada que vem furiosamente na direção do nosso gol.
Nem sempre o calo do pé direito, na ponta esquerda do dedão, deixa o atleta correr o suficiente para matar a jogada antes do adversário.
Nem sempre dá pra fugir da cruz e dos problemas...
Como dizia alguém: “Já que o jogo é necessário, pare de se lamentar e chuta a bola Mané!”.
(Salmos 34 : 19)
Nem sempre a bola fica o tempo todo em jogo.
Nem sempre o gol que parece claro e certo, altera o placar.
Nem sempre o juiz dá a vantagem para o time que se acha merecedor da vantagem.
Nem sempre a torcida vibra com aquele lance maneiro e sensacional, pelo menos pra você.
Nem sempre a bola fica cheia, mas a infeliz murcha exatamente no primeiro chute.
Nem sempre o ângulo é o mais legal para aquela jogada que foi ensaiada umas cinco mil, quinhentos e noventa e nove vezes.
Nem sempre o campeonato chega ao fim para alguns que ao sentir uma forte dor no peito se vê obrigado a pendurar a chuteira e “abotoar o paletó”.
Nem sempre os músculos do atleta lhes obedecem, ao contrário, derruba o atleta ao chão sem dó nem piedade.
Nem sempre o clima ajuda aos que estão em campo, pois hora chove, hora faz sol e calor.
Nem sempre a senhora mãe do juiz é elogiada por ter colocado no mundo o dito cujo.
Nem sempre a partida começa na hora programada, devido a algum problema operacional ou intestinal do juiz.
Nem sempre se joga como titular, pois outro se saiu melhor no treino (fazer o que?).
Nem sempre a grama não está escorregadia no dia da decisão do campeonato.
Nem sempre o cachê foi suficiente pra tirar a família do sufoco e daquele barraco que só está em pé por um milagre.
Nem sempre dá pra defender aquela bolada que vem furiosamente na direção do nosso gol.
Nem sempre o calo do pé direito, na ponta esquerda do dedão, deixa o atleta correr o suficiente para matar a jogada antes do adversário.
Nem sempre dá pra fugir da cruz e dos problemas...
Como dizia alguém: “Já que o jogo é necessário, pare de se lamentar e chuta a bola Mané!”.
(Salmos 34 : 19)
Que coincidencia! rsss
ResponderExcluirAcabei de fazer um comentário nesse sentido, do "bola para a frente!" rssss
A vida não é fácil, ser cristão não é "moleza" (como diz o meu Pastor rs)
Sentar e chorar, culpar aos outros, lamuriar-se, é fácil.
É preciso manter a bola em jogo e buscar o gollllllll.
Abçs, Tita